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No silêncio do céu estrelado.
A vida tem de tudo menos silêncio.
Na agitação dos dias de hoje, o silêncio é uma coisa completamente inconcebível aos nossos olhos, ao nosso viver de agora.
Mesmo que a alma permaneça sombria e triste pela falta de tempo para si, a terra, continua sem parar, a girar.   
Sinceramente não consigo perceber, como é que no meio desta barrulheira do mundo, a alma consegue encontrar o silêncio que é sombrio. Nunca percebi, nem tao pouco, me interessa perceber o porque desse lado sombrio e triste.
O certo é que pensando bem, a sombra da alma, não é nada, comparado com a imensidão do mundo! Para além disso, essa sombra não preenche nada, apenas destrói mais ainda o que, talvez, já poderá ter estragos de tristeza!
Ou seja. Basicamente não ganhamos nada em permanecer com o nosso interior sombrio, só perdemos. Perdemos e de que maneira!
Bem! Mas primeiro que cheguemos a esta conclusão é um dia de juízo! Essa é a verdade! De mais a mais nós não somos nenhuns “robots” para que o botão da felicidade seja como um interruptor e esteja sempre ligado, sempre ON! Todos temos os nossos momentos menos bons, o que nos diferencia nesses momentos é a nossa atitude perante a desilusão.
Não pensem mesmo que são os únicos que de vez em quando, são invadidos por uma sensação esquisita! Defacto não são. O que é mesmo preciso é a atitude e um pouco de magia de ser.
Digo-vos que o silêncio (o que tem as cores do arco-íris) também nos consegue “lavar” a alma.
O grande problema é quando associamos o silêncio ao “sufoco” da alma. Contudo, esse tal “sufoco” só acontece, se nós permitirmos isso!
Falo por mim, de quando a quando, gosto de silêncio para poder compreender da melhor forma a minha alma o meu ser interior que comanda todo o resto.
E depois também há outra coisa: estou-me, literalmente, nas “tintas” para o que os outros pensam ou deixam de pensar de mim. Se quiser acreditar na magia das borboletas, ou ainda, na magia do céu estrelado, eu acredito. Se tiver força de vontade para seguir um sonho, sigo-o até ao fim, sem medos, com uma certa vontade para descobrir o que existe mais além.
Desculpem lá, quem me manda escolher o caminho mais difícil? Ninguém!
Portanto não se riam, se eu, com as minhas canadianas conseguir tocar mais rápido e subtilmente, nas estrelas do céu! Ok? Lá chegarei…
Fica o aviso.