O futuro

Fevereiro 19, 2016 Rita

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Rita, a “mini-adulta” em ação!
Numa espécie de visualização do futuro assim estou eu.
Digo já! Quem tiver juízo na cabeça aos 16 anos não pensa nestas coisas!
Eu não só penso como de seguida opino (está mais que visto e revisto que não sou boa da cabeça)
O que me vem á cabeça neste preciso momento é palavra atitude!
A meu ver, precisamos de atitude para tudo na vida! Os adultos têm sem dúvida um papel bastante importante na sua tradução na vida prática! Bem…eles os adultos são uns grandes “chatos”, é verdade! Mas o facto é que se nós adolescentes, não tivéssemos estes grandes “chatos” a mostrarem-nos o caminho certo, perdíamo-nos a meio desse caminho, íamos por atalhos e sinceramente, isso não me parece que fosse correr lá muito bem.
São eles os adultos que nos estão sempre a repetir ao ouvido -“se querem ser alguém na vida, tens de ser tu a tomar uma atitude” (e nós sem saber o que responder ficamos com um ar bastante pensativo). Como por vezes percebem que esse seu sermão não ecoou muito na nossa cabeça, logo dizem “Ah! Pois é! Tens de ser mesmo tu! Porque por onde andas tu agora já andei eu há uns quantos anos, a escolha é tua! Não minha!”
Perante isto, há dois tipos de adolescentes: Aqueles a quem realmente esta frase não fez grande eco na sua cabeça, não querem saber de nada, mesmo nada! Nem mesmo sobre o “agora”, quanto mais o “depois”!
Há depois também aqueles, os que entendem esta frase, quase como um ultimato!
Eu sou dessas pessoas!
Entendo-a (a frase) como se ela fosse o um ultimato personalizado!
Mas calma! Não tenho stress!
Acho que não vale a pena “sofrermos por antecipação! Embora já tenha uma ideia do que quero para o futuro, tenho consciência de duas coisas: devemos acima de tudo seguir o nosso coração (isso implica “atirarmo-nos de cabeça” para os nossos sonhos, que só nós podemos tornar reais) e depois, a segunda coisa, é que nada é tão linear assim, ou seja sonhadora como eu sou. A qualquer momento posso mudar de ideias!
Aliás, acho que nunca contei uma coisinha engraçada aqui por estas vidas do mundo virtual! (vou contar agora!)
Sabiam que eu quando era pequenina dizia que quando fosse grande queria ser duas coisas:
Primeiro jornalista (esse sonho como todos sabem ainda se mantém a vontade de o tornar realidade com muita intensidade…agora o futuro dirá)
Mas outro dos sonhos que tinha quando era pequenina, era ser fisioterapeuta!
Eu não digo que não sou boa da cabeça!? Quando penso nisto, farto-me de rir, hoje não consigo perceber porquê querer ser fisioterapeuta! Vejam só… logo, fisioterapeuta! Será que não podia ter escolhido uma profissão mais simples que não me desse tanto trabalho?! Não é por nada, mas acho que era um sonho um bocadinho difícil de realizar…Ah! Pensando bem…talvez pudesse realizar o meu sonho modificando-o um bocadinho! Como? (Perguntam vocês, até eu estava a fazer essa pergunta a mim própria à uns segundos atrás)
Depois de muito pensar! Arranjei a solução!
Podia criar uma nova profissão “fisioterapeuta de apoio moral”! Digo já que não era mau pensado. O apoio moral é bem preciso (ahahhahhah)
Atendendo ao trabalho que a concretização dessa profissão” me ia dar! Ainda bem que mudei de ideias!
O resto o futuro dirá….sem pressas nem stress e muito menos com aquilo que muito boa gente costuma dizer(ainda bem que o meus pais não são assim, o que eles querem é que eu e os meus irmãos sejamos felizes o resto logo se vê) :
“Aí… tens de escolher a profissão x por que a y não tem emprego e além disso a x é mais popular do que a y é muito melhor”
Nada disso! Cada um tem a vocação que tem! Nada mais errado do que tentar “inventar vocações” isso raramente dá certo…!
Era só isto que a minha pessoa tinha a dizer hoje! Alguém que por ai também pense assim?

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